quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ESCADAS


E, no meio do caos (do que o é porque já lá vivemos e do que o é porque ainda lá estamos), quase, quase imperceptíveis, umas escadas!

Velhas, que ninguém parece usar, em pedra e cobertas de musgo, mas presentes, recordando-nos constantemente a mesma sina de sempre: podemos não querer vê-las, mas elas estão lá, para as descermos, subirmos ou mesmo ficarmos nelas, quietos, sempre que quisermos.

Estaremos prontos para a viagem?

Ficam umas quantas reflexões mais ou menos estético/pessoais (em forma de poema) sobre o assunto, que encontrei por aí ...

soneto da escada de Anderson C.
escada da minha vida de Paula Martins
Reflexão: Escadas de Ana Alves
Silêncio no degrau da escada de VidaDeVidro

Deixando de parte a poética relacionada com o tema e passando à parte técnica da Arquitectura Paisagista, recordo o texto que encontrei em http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=109&fileName=planear_escadas.pdf que nos fala das regras a seguir quando se planeia escadas (fundamentalmente as três que se seguem e) que resultam da relação matemática entre duas medidas importantes: - a medida do espelho dos degraus (E) e a profundidade do seu cobertor (C), nomeadamente:

• Regra de Blondel: 63 cm<2E+C<64 cm
• Regra de Comodidade: C-E = 12 cm
• Regra de Segurança: C+E = 46 cm

Enfim, degraus ...

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