quinta-feira, 7 de julho de 2011

PORTO

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Esse teu ar grave e sério
dum rosto de cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria





Nem de propósito. De repente, ao virar de uma esquina, uma imagem que contrariou alguns aspectos da canção do Tê e do Rui que cantava para mim (canto-a sempre que lá estou).

Uma "floresta" inesperada na cidade. Gostei (são para cima de uns trinta vasos ...). Sai claramente reforçado o mistério ...


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Fotos: F.Reis(c)2011.07.06
Local: Porto, (não cheguei a fixar o nome da rua)
Poema: parte do poema/canção "Porto Sentido" de Carlos Tê e Rui Veloso
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2 comentários:

Sara disse...

Confesso que antes de ir trabalhar para o Porto, não era grande apreciadora da cidade. Mas agora, volvidos alguns anos, mudei completamente de ideias. Tenho pena de não conhecer mais da cidade, mas intuo que quanto mais a conhecer, mais a apreciarei. Neste acso, aplica-se a máxima: primeiro estranha-se, depois entranha-se.
Ainda bem que o olhar do Fernando é atento, por duas razões: porque nos pode presentear com o inusitado e por mera precaução: já viu se um lhe caía em cima??! :)))
Um abraço!

Lis disse...

Ah que beleza se houvesse mais florestas assim nas cidades!
Só há de ter cuidado pra nao ocasionar acidentes .
Gostei Fernando
abraço

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