domingo, 20 de outubro de 2013

Paisagem


... Atento ao que eu sou e vejo, ... Sou minha própria paisagem, ... Não sei sentir-me onde estou.





Pouco mais haverá que acrescentar à perfeição que nos "bate de frente", impressa no exterior de um muro de escola, num dia particularmente cinzento onde, por mero acaso (ou talvez não), até os excertos aparentemente desconexos fazem sentido. Retenho, por motivos óbvios, a frase do meio: Sou a minha própria paisagem! Porque é isso mesmo que as paisagens sempre foram, são e serão: pedaços de cada um de nós (sendo certo que este "nós" vai muito mais além do horizonte dos humanóides).

[... mas a culpa é, quiçá, do cinzento do dia que não me permitiu ver o verde que ainda persiste em algumas folhas.]




_
 F.Reis(c)2013 | Chaves, Largo da Lapa
graffiti com uma frase do poema "Não sei quantas almas tenho" de Fernando Pessoa cit. in Instituto Camões

2 comentários:

João Menéres disse...

Só para saber que o continuo a visitar...

Um abraço.

Fernando Reis disse...

EU SEI. E É RECÍPROCA A VISITA.

um abraço, João.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

OS 7 MAIS LIDOS