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terça-feira, 8 de maio de 2012

SINAIS

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Porque existem dias de chuva.
Daqueles que nos fazem procurar abrigo debaixo das pontes quando passeamos.
Porque, por vezes, damos "de caras" com exposições gratuitas de pintura.
Daquelas que nos dão que pensar.





memórias cravadas,
raivas pintadas,
cores dispersas,
diversas,
repúdios, apelos,
murmúrios…

rostos urbanos,
danos,
onde o aviso é mensagem
e a arte tem cor
no canto da vida…





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Fotos: F.Reis(c)2012
Local: Vila Real
Poesia: Excerto do poema "Paredes (graffitis)" de JOÃO VIDEIRA SANTOS cit. in www.luso-poemas.net

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

AFINAL TÊM COSTAS!

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azulejo na 33ª feira de Artesanato em Vila do Conde


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Nota: não me recordo nem do pavilhão, nem do artesão(ã). As minhas desculpas.
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terça-feira, 13 de abril de 2010

ÁREA DE SERVIÇO

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A imagem de cima, colhida na acima referida Área de Serviço de Pombal, na autoestrada A1, sentido Norte Sul, prova inequivocamente que a arte não deve estar confinada (e entendam para aí o que quiserem sobre o assunto).

O painel maior (e por arrastamento toda a obra) é datado de 1999 e vem assinado por Ferreira da Silva, contendo ainda a referência à fábrica Molde, das Caldas da Rainha.

No fundo, o que me importa mesmo é que ela (a obra) transforma regularmente um acto banal e obrigatório (parar para descanso com café, sandes disto ou daquilo e água fresca à mistura) num momento cultural - parece que está ali à minha espera e eu faço questão de a cumprimentar sempre que por lá passo.


Nem sei se haverá mais casos destes em espaços do género.
É uma questão de os procurar.


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