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domingo, 6 de fevereiro de 2011

DOMINGO DE FLORES: tabúa

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A tabúa (tabúa; tabúa-larga; tabúa-de-espiga-negra; morrão-dos-fogueteiros; morrião-dos-fogueteiros, foguetes) que penso que se trate de uma Typha latifolia L. pertence à familia das Typhaceae e à ordem Poales.

Esta família contém apenas o género Typha, com cerca de uma dúzia de espécies. São plantas perenes e de habitats húmidos (palustre) encontrando-se em pântanos, margem de lagoas, charcos, valas ou locais inundados, como ilustram as imagens.


Trata-se de uma planta com rizomas rastejantes subaquáticos com flores unissexuais, reunidas em 2 espigas cilíndricas sobrepostas (principal característica paisagista), contíguas, sendo a inferior feminina, negro-acastanhada e a superior masculina, amarela e mais estreita.


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Fotos: F.Reis@2010
Locais: Bragança e Chaves
Texto: A informação foi recolhida na internet, essencialmente do blogue "AS MINHAS PLANTAS", da Crix

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

TODOS? TALVEZ...

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Todos os caminhos me servem.
Em todos serei o ébrio
cabeceando nas esquinas.
Uma rua deserta e o hálito
das pessoas que se escondem,
uma rua deserta e um rafeiro
por companheiro.



Ó mar que me sacode os cabelos
que mulher alguma beijou,
lágrimas que os meus olhos vertem
no suor dos lagares,
que uma onda vos misture
e vos leve a morrer
numa praia ignorada.


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Foto: F.Reis, Agosto de 2010 - Pontes Pedonais Gémeas
Local: Bragança
Poema: "Todos os Caminhos me Servem" de Fernando Namora, in "Mar de Sargaços" cit. in O CITADOR

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

ONDE O PENDURO

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Seja a sarjeta ou um céu

Seja na praia ou na serra

Na verdade a minha terra

É onde penduro o chapéu *




Magnifico exemplar de Chapéu de "pauliteiro", fotografado por mim no MIMT, em Bragança



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* poema "Onde penduro o chapéu" de António Romano in POEMAS DA MINHA TERRA
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

MÁSCARAS.5

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Depus a máscara e vi-me ao espelho. —
Era a criança de há quantos anos.
Não tinha mudado nada...
É essa a vantagem de saber tirar a máscara.




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"Depus a Máscara", poema de Álvaro de Campos, Heterónimo de Fernando Pessoa, in Citador
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

MÁSCARAS.4

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Eu uso máscaras...
Tenho muitas delas...


Uso máscaras que falam
e que não dizem nada!

Eu uso máscaras...
Troco-as em cada ocasião,
cinicamente,

Eu uso máscaras...
E o que eu seria sem elas?


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* "Máscaras", poema de Íris Galvão in Luso-Poemas
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

MÁSCARAS.3

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Quantas profundezas há no humano
E quantas delas são máscaras
Quanto disso é escudo
Quanto disso é carne viva
Quanta dor é cena
Quanto é aço real (*)





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"Máscara", poema de André Díspore Cancian in niilismo.net
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

LUZ

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"(...) Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela (...)"



Domus Municipalis, Bragança


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"Não Basta", poema de Alberto Caeiro (heterónimo de Fernando Pessoa).
Ver poema completo aqui

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

MÁSCARAS.2

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Quem de nós tem a coragem
de aceitar a sua imagem,
aquela imagem sem graça,
sem rasgos, imagem baça
que o espelho teima em reflectir?
(*)






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(*) "A Máscara", poema de Helena Guimarães (ver poema completo)
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

MÁSCARAS.1

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Fui ao Museu Ibérico da Máscara e do Traje (MIMT) em Bragança.

Adorei.

Vou mostrar uma série de fotos que tirei (com autorização), dedicadas às máscaras que mais me cativaram a atenção (foram quase todas ...). Não vou referir nem a finalidade, nem o local, nem o artesão(ã) responsável por ela.

Fica o desafio da descoberta para cada um de nós.

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