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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Outono em Chaves

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a água murmura lenta
vai e não volta mais
e a minha saudade aumenta




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Foto:F.Reis(c)2012
Local: Chaves
Texto: Excerto do poema "Debaixo da Ponte" de Natália Nuno Rosafogo in http://nataliacanais.blogspot.pt/

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Outono em Chaves

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 Aqui onde se espera
- Sossego, só sossego








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Foto:F.Reis(c)2012
Local: Chaves
Texto: Excerto do poema "Aqui Onde se Espera" de Fernando Pessoa in 'Cancioneiro' cit. in http://www.citador.pt/

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Outono em Chaves

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"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito.
Um chama-se 'ontem' e o outro 'amanhã', portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente ... viver"








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Fotos:F.Reis(c)2012
Local: Chaves
Texto: Citação atribuída a Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama cit. in http://pensador.uol.com.br/


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Outono em Chaves

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"Pense nas folhas do outono ...


... elas não caem porque querem e sim porque chegou a hora"






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Foto:F.Reis(c)2012
Local: Chaves
Texto:  Citação atribuída a Raphael Bacellar cit. in http://pensador.uol.com.br/

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ausência!, minha doce fuga!

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 Quem é mais lindo que o sopro do vento?
Leve, carrega a nossa criação.



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Excerto do poema: "Sede de poesia" de Thiago Santin (Thiago Santos Almeida) cit. in http://pensador.uol.com.br/

terça-feira, 26 de julho de 2011

AQUELE ABRAÇO!

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Há momentos...
Em que um abraço...
Vale muito... muito mais...
Mais do que qualquer fortuna!
Porque a verdadeira riqueza
Está na simplicidade de um abraço
Naquele momento...
... em que a alma mais precisa!






Nota:. este post poderia intitular-se "um tutor com muita ... luz!" - seria igualmente adequado! Que o diga esta Gingko biloba L. que, à falta de melhor companhia, se "encostou" a este poste de iluminação.

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Fotos: F.Reis(c)2011
Local: Chaves, Parque Urbano
Poema: "Abraço" de Cleo cit. in LUSO-POEMAS

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!

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Vou ter que interromper as postagens por motivos natalícios e não queria partir sem deixar aqui votos de ...


UM SANTO E FELIZ NATAL PARA TODOS

Bem hajam!
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Foto: F. Reis, 2009
Local: Chaves, Ponte Pedonal sobre o Tâmega
Texto: Poema "Natal à beira-Rio" de David Mourão-Ferreira in "Obra Poética 1948-1988"
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

POMBA BRANCA

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É quase impossível passar por uma pomba branca pousada num ramo qualquer [e este pareceu-me ser de Chamaecyparis lawsoniana (A. Murr.) Parl.] sem deixar de me vir à memória a letra (com título homónimo) da canção que o Max eternizou.

Terá sido pela melancolia que transmite? ... Talvez.




Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar

Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca

Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.


Poema de Maximiano de Sousa (Max) e Vasco de Lima Couto

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sexta-feira, 26 de março de 2010

CONVITE

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Aquele "rasgo" no muro, ladeado por dois pés de Camélia (Camellia japonica) de floração vermelho-vivo, deixa no ar um aroma a Jardim Romântico, adequado à estação que começa.

Quanto mais não seja, e em jeito de pretexto, são um convite para olharmos o rio (Tâmega), a ponte (de Trajano) e a cidade (de Chaves) de outra perspectiva.

Não sei se os efeitos pretendidos eram mesmo esses, mas é como diz o outro ... que resulta, resulta!

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Fonte: Camellia japonica na Wikipedia
Fonte: Camellia japonica no herbario da UTAD
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sábado, 27 de fevereiro de 2010

POR TRÊS FIOS APENAS ...

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Tirantes de sustentação da ponte pedonal do Parque Urbano de Chaves


Quantas vezes passamos nelas (pontes) e nem reparamos que, como nesta em especial, apenas três fios sustentam e tornam possível uma travessia?

Não deixa de haver algo de divino em tudo isto: no acto e no substrato.



quarta-feira, 22 de julho de 2009

Até podia ter piada ...

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18/12/2008

18/07/2009

As imagens anteriores foram tiradas por mim no novíssimo espaço infantil de recreio do Parque Urbano de Chaves (ainda não sei como se designará, mas chamar-lhe Parque Polis, como já ouvi e li por aí não me agrada muito).

A primeira dista no tempo 7 meses da segunda.

Serão precisos mais comentários?

Nota-se bem a "diferença"?

É que das duas, uma:

- ou a charca estava prevista (e atenção que a ideia de implementar uma charca até nem é má de todo) e o equipamento está mal localizado e será melhor deslocalizá-lo dali porque, no mínimo, raramente vai ser usado e, literalmente, vai apodrecer, não tarda nada;

- os equipamentos de novo espaço de recreio (muito interessante) estão no sítio certo e a charca é fruto daquelas circunstâncias que, em papel, por vezes não se conseguem controlar.

OS 7 MESES QUE PASSARAM JÁ PERMITEM VER BEM QUE ALGO NÃO CORREU BEM E É PRECISO CORRIGIR ALGUMA COISA. JÁ.

(Pronto, agora que já gritei ao vento, só tenho que esperar que ele mude para a direcção certa.)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

para mim é hoje ... e já!

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[Rosa ssp. no Parque Urbano de Chaves por J.Reis em 03.05.09]


Comercialmente, o Dia da Mãe foi ontem (grande treta!!!). Para mim, deve ser como o Natal. Quando um homem quiser. E assim sendo, que seja hoje, e já! (e amanhã, ..., e depois, ...).

Falar de Mães, para bons entendedores, é sinónimo de falar de Arquitectura Paisagista (pelo menos nenhum existiria sem elas!) e é para elas que dedico as rosas das imagens (que o meu rebento tirou ... e fez o favor de me emprestar ... quem sai aos seus, pois, pois!!!) em especial a duas amigas minhas que ostentam por estes dias, duas orgulhosas barriguinhas de grávida com votos de uma hora pequenina e que mais tarde os rapagões (sim são meninos) se lembrem delas e lhes retribuam todo o carinho e amor recebido delas quando, para eles, for Dia da Mãe.

ah, e antes que me esqueça ...

... o meu muito obrigado a todas as pessoas (colegas, amigos, curiosos, ...) que fazem o favor de acompanhar regularmente este blogue - muito em especial aos meus 74 visitantes de Felgueiras, registados nas três últimas semanas pelo Google Analytics (a ferramenta associada a este blogue que me fornece estatísticas sobre a sua utilização - algumas curiosas, devo dizê-lo).

Em suma: 34 mensagens; 1485 visitantes de 23 países; dezenas de comentários construtivos e interessantes.

Tem sido uma aventura muito boa.

Bem hajam, e (nunca será demais repeti-lo) muito obrigado pela companhia.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

zona (In) formal

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No novo Parque Urbano de Chaves existe, próximo da ponte pedonal, este local retratado na montagem fotográfica que, presumo, se destina a usufruição informal, nomeadamente em actividades de relaxe e descanso e a sua existência merecem-me alguns comentários, na óptica do utilizador frequente do espaço, com o olhar pragmático do Arquitecto Paisagista que teima em residir em mim (por motivos de crise, fomos forçados a despedir o crítico acutilante).

Bom, vamos então aos factos: trata-se de uma área limítrofe de dois caminhos pedonais e do rio (margem esquerda do Tâmega) com declive suave e cobertura do terreno com prado, tendo por equipamentos vários bancos (6) e dois recipientes RSU, todos em madeira, e não faço a mínima ideia, nem do fabricante nem do modelo.
A particularidade é que aqueles bancos, como se vê bem na imagem, são mais rústicos e informais do que os que costumamos ver por aí – de facto, nos vários parques urbanos que conheço pessoalmente, nunca vi esta opção implantada.
Pessoalmente (a opção) agrada-me, em primeiro lugar, porque é “plástica”: o utente, que pela simples existência dos mesmos é convidado a usufruir do espaço, tem ainda o poder de o manusear colocando o equipamento da forma e na posição que mais lhe interessarem no momento – quem é que não gostaria de ter, de vez em quando, um “sofá” no “relvado”, virado para a paisagem que mais nos agradaria observar?
Convenhamos que a multiplicidade de usos possíveis dos espaços e dos equipamentos é um objectivo, quer da Arquitectura, quer do Paisagismo, quanto mais não seja porque (e como muito bem me ensinaram na disciplina de Arquitectura e Urbanismo, na UTAD) a multiplicidade de hipóteses de usos potencia a frequência do uso efectivo e, eventualmente, a sua conservação.
Em segundo lugar agrada-me pensar que, havendo vandalismo (e infelizmente contam-se por cá os dias até começar), pelo menos o prejuízo material não será, com certeza, avultado (menos que o que seria se o equipamento fosse outro).
A única coisa que penso faltar ali é … plantas; pelo menos eu proporia uma ou outra árvore: apontaria um carvalho, um freixo, um plátano, uma amargoseira ou uma catalpa, quanto mais não seja porque estas espécies já estão implantadas e com sintomas de bom crescimento na margem direita do rio, nas áreas mais antigas e tradicionalmente mais frequentadas.
É preciso relembrar sempre que (estando salvaguardadas as restantes condições de visibilidade, … ) o clima nas diferentes estações do ano têm (ou deveria ter) uma palavra importante a dizer: os Invernos costumam ser chuvosos e frios com nevoeiros frequentes e os Verões quentes e secos e, como bem sabemos, as árvores (arbustos e afins igualmente), quando bem implantadas, costumam ter a terrível mania de nos “querer” proteger dos elementos adversos.

Dá que pensar.

sábado, 20 de dezembro de 2008

tirem este cavalinho da água, por favor ...

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Com a publicação da imagem anterior tirada (por mim, ontem) no futuro Parque Urbano de Chaves, não pretendo criticar de alguma forma os autores do "desenho" de projecto que foi implementado.

O Parque é benéfico em múltiplos aspectos aos flavienses e já poderia ter sido construído há muitos anos atrás, disso que não restem dúvidas (e quem as tiver só terá que o visitar num fim-de-semana e observar a taxa de utilização).

Faço-o apenas como uma chamada de atenção para a diferença que muitas vezes vai do projecto à realidade, senão reparem, a última vez que choveu foi há pelo menos 4 dias (segunda-feira passada) pelo que este panorama reflecte um lençol freático muito elevado (o Tâmega, nesta altura corre com o caudal máximo) aliado ao facto de o terreno rapidamente atingir o máximo de encharcamento, como é evidente na imagem, e isto deveria ser do conhecimento dos "planeadores" para, ou não colocar ali este equipamento, ou não colocar ali este parque infantil ou estabelecer um sistema de drenagem de facto eficaz.

Esta não é a única zona "encharcada" da margem esquerda do rio.

Pensem nisto. Mais tarde ou mais cedo (espero) estarão envolvidos numa qualquer fase de um empreendimento destes. Convinha que a parte "Paisagista" da Arquitectura não estivesse lá em vão . . .
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