intermitências da vida vegetal
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
OS 7 MAIS LIDOS
-
Chaves, Torre de Menagem do Castelo vista das Caldas e enquadrada por uma Melia azedarach Ontem na TSF ouvi um escritor espanhol afirmar (ma...
-
Nos passados dias 2 e 9 de Maio realizou-se em Chaves uma actividade denominada "noites de astronomia" (e em que tive o prazer de ...
-
- TAREFA DE JULHO : Por sugestão da leitora Nely: Desta vez é uma prova de destreza vocabular e de rapidez. Você tem de encontrar três pala...
-
Couve-galega era a resposta acertada ao desafio macroVEGETAL#17! Couve portuguesa, couve, penca, couve-ratinha, berça, verça ...
-
- Com a versão free 7.0 deste programa, iniciei (mais a sério) uma viagem pelo mundo da modelação 3D, acabando por despender algum tempo a m...
-
Porque a Mãe-Natureza raramente produz formas de outra índole e porque me interessa muito a pesquisa, o estudo e o uso de "linhas curva...
-
. Aqui há dias escrevi um post sobre o risco da sobre - iluminação nocturna das nossas cidades, no seguimento de uma actividade em que parti...

4 comentários:
Cada um tem direito à sua doce fuga.
Dia 19, DESAFIO !
Um abraço.
E quem é que não necessita de uma intermitência de vez em quando? A natureza bem ensina que necessitamos de pousio, as entidades patronais andam a desconsiderar esta sapiência :)
Um abraço e boa semana!
Uma planta estranha e ao mesmo tempo atraente!
Continua a divertir-te...
Um abraço.
Oi Fernando
doces ausências entremeadas de afagos! , é linda a flor que já floriu e permanece assim como diz o fc 'atraente'
Como o poeta Drummond encarava algumas ausências:
“Por muito tempo achei que a ausência é falta/...Não há falta na ausência/ A ausência é um estar em mim./E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres ..."
Então meu Rei(s) nossa conversa ainda não acabou e a volta portanto é bem necessária.
Obrigada por fazer minha solidão feliz e desejo bons passeios, boa fuga!
um abraço
Enviar um comentário